De manhã cedo seguimos para Milford Sound, que é uma das maiores atrações turísticas da Nova Zelândia, atraindo cerca de meio milhão de turistas.
No caminho para lá começou a chover o que é comum, pois chove o tempo todo, num total de 7 metros por ano, tem vezes que chega a chover 7 dias por semana.
A vantagem é que com a chuva é possível ver cascatas por todo lugar, tem momentos que dos dois lados da estrada tem cascatas, é de ficar de boca aberta com a paisagem.
Na estrada tem um túnel que foi iniciada a construção em 1935 e demorou 19 anos pra ser finalizado, em 1954 mas ainda é o único meio de se chegar até lá. Antes de ser asfaltado o túnel, ele era o mais longo túnel de chão batido do mundo.
Atualmente existem semáforos nos dois lados do túnel, permitindo que só passe carros em um sentido de cada vez, por medidas de segurança.
A estrada é considerada a mais perigosa da Nova Zelândia, pois tem 65% mais acidentes que a média de todo o resto das estradas da Nova Zelândia.
Vale lembrar que é bom abastecer o carro antes de ir, pois não existe nenhum posto no caminho.
O cruzeiro custou $60 pela Southern Discoveries, a empresa mais famosa é a Real Journeys, mas optamos pela outra pois o barco é menor, possibilitando chegar mais perto das cascatas, focas e pinguins na costa.
Como estava chovendo, o Mitre Peak só deu para ver uma parte, o topo estava coberto por nuvens, mas a vantagem novamente era poder ver as cascatas por todos os lugares.
Abaixo uma imagem de como é o lugar em tempo bom.
Depois do cruzeiro, voltamos para Cromwell, mas não deixamos de dar uma passada no Fergburger em Queenstown. hehe
