Como comentei antes, em Cromwell ficamos na casa de Sally e John, outro woofer. John trabalha para o governo em Wellington e só fica em casa nos fins de semana, então nessas duas semanas que ficamos lá ajudamos Sally a manter o pátio em ordem, weeding foi praticamente o que fizemos o tempo todo de trabalho. O interessante que pra construir a casa deles, só contrataram uma pessoa o resto foi tudo com ajuda de pessoas do Helpx, como nós.
Na casa tinha a TV room, que era uma sala com uma TV de LCD, com Home Theater e SKY HD com todos os canais possíveis, como se não bastasse podiamos puxar uma dessas telas brancas na frente da TV e assistir com o projetor, parecia uma cinema a sala, bom, dá para imaginar onde passamos o tempo quando não tinha nada pra fazer... hehe
Parecia que todos da cidade conheciam John e Sally, fomos no famoso The Shed na cidade, e apreciamos o Wine Tasting, o carinha do balcão que falava tudo quanto é lingua, inclusive um pouco de Português, conhecia eles e sabia que 3 pessoas do Helpx estavam na casa deles (no caso nós) então não precisamos pagar nada...
No fim de semana fomos na casa de William a Phill, que eram conhecidos deles e também são hosts do Helpx, ajudamos eles a tirar as plantas da frente da casa e de tarde fomos com William até o lago andar de Jet Ski, primeiro praticamos kneeboarding (surfar numa pracha de joelhos) e depois biscuiting (surfar com uma boia), o problema era quando caiamos na água, parecia que iamos congelar
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Passeio em Wanaka
Continuando o último post, no outro dia seguimos para Wanaka atravéz do Haast Pass que tem diversas cachoeiras para visitar caminhando apenas alguns minutos da beira da estrada, o mais incrível é logo depois de atravessar as montanhas, chegando em Central Otago o cenário muda completamente, em West Coast o tempo era sempre nublado e chovendo, em Central Otago sempre sol e calor, antes era só neve e montanhas, agora só lagos e rios.
Logo após o Haast Pass do lado direito da estrada se ve o Lake Wanaka
Logo em seguida, do lado esquerdo da estrada o Lake Hawea, fico imaginando que para viajar de moto aqui deve ser o paraíso...
Os dois lagos muito bonitos com montanhas ao fundo, mas o mais impressionante é como os lagos são incrívelmente azuis na Nova Zelândia, todos que ví até agora eram muito limpos, sem barro, somente pedras no fundo.
Depois de passar o Lake Hawea, seguimos para Wanaka e descansamos um pouco a beira do lago, de todos os lugares que estive até agora na Nova Zelândia, Wanaka foi o mais impressionante de todos, não sei nem como explicar, parece até outro país em algum lugar da Europa.
Ainda em Wanaka visitamos o Puzzling World, $12 a entrada, lá tem um labirinto bem divertido, umas imagens em 3D muito legais e outras coisas de ilusão de optica, tem uma sala com uns rostos fixos, mas dá a impressão que estão te seguindo, tem uma sala totalmente inclinada que tudo parece que está subindo lomba, simplesmente não tem como explicar e fotos não dão o real efeito, só indo nesse lugar pra saber. Tem uma sala que dá a sensação que a pessoa é menor ou maior, dá para ver nessa foto onde eu estou de um lado e o Daniel do outro, sendo que somos da mesma altura, este efeito é usado em filmes.
Depois disso, finalizando o passeio fomos em direção a Cromwell, até o woofer.
Logo após o Haast Pass do lado direito da estrada se ve o Lake Wanaka
Os dois lagos muito bonitos com montanhas ao fundo, mas o mais impressionante é como os lagos são incrívelmente azuis na Nova Zelândia, todos que ví até agora eram muito limpos, sem barro, somente pedras no fundo.
Depois de passar o Lake Hawea, seguimos para Wanaka e descansamos um pouco a beira do lago, de todos os lugares que estive até agora na Nova Zelândia, Wanaka foi o mais impressionante de todos, não sei nem como explicar, parece até outro país em algum lugar da Europa.
Ainda em Wanaka visitamos o Puzzling World, $12 a entrada, lá tem um labirinto bem divertido, umas imagens em 3D muito legais e outras coisas de ilusão de optica, tem uma sala com uns rostos fixos, mas dá a impressão que estão te seguindo, tem uma sala totalmente inclinada que tudo parece que está subindo lomba, simplesmente não tem como explicar e fotos não dão o real efeito, só indo nesse lugar pra saber. Tem uma sala que dá a sensação que a pessoa é menor ou maior, dá para ver nessa foto onde eu estou de um lado e o Daniel do outro, sendo que somos da mesma altura, este efeito é usado em filmes.
Depois disso, finalizando o passeio fomos em direção a Cromwell, até o woofer.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Passeio em Franz Josef Glacier e Fox Glacier
Depois de passar duas semanas em Greymouth, decidimos ir para Cromwell em outro Woofer, só que como eram 500km de distancia aproveitamos para fazer um passeio nas duas glaciers na West Coast, Fox Glacier e Franz josef Glacier e em Wanaka.
No mapa estão os pontos em que passamos, num total de 518km:
A - Woofer em Greymouth
B - Franz Josef Glacier
C - Fox Glacier
D - Lake Wanaka
E - Woofer em Cromwell
View Larger Map
Saímos de Greymouth de manhã cedo e fomos direto para Franz Josef Glacier, pra que não sabe, Glacier é uma enorme massa de neve antiga comprimida em gelo que se move descendo a montanha 100.000 vezes mais devagar que um rio. A Glacier pode estar avançando ou retrocedendo, pra ter uma idéia, em Franz josef Glacier se ela está avançando hoje, significa que a 5 anos atrás caiu muita neve nas montanhas, e se está retrocedendo significa que caiu menos, a Glacier em Franz Josef pode retroceder ou avançar em torno de 1 metro por dia.
Chegando lá fizemos uma caminhada até o ponto mais próximo possível da Glacier (200m), para chegar mais perto e até caminhar sobre a Glacier é necessário ser um profissional ou pagar um guia pra ir até lá. Anos atrás todo o percurso onde fizemos esta caminhada de 2km pra chegar até próximo da glacier era onde estava a Glacier.
Depois de visitar esse lugar fizemos outra caminhada até um túnel onde encontravam ouro antigamente e em seguida ficamos em um backpacker.
No outro dia acordamos cedo para ir até o Lake Matheson e ver os montanhas refletidas no lago, mas estava totalmente nublado e não deu para ver nada, então seguimos para Fox Glacier, que é a mesma coisa que em Franz Josef, onde também fizemos uma caminhada até o ponto mais próximo da Glacier (80m)
Em seguida fizemos outra caminhada até o Chalet Lookout, onde se tinha uma vista incrivel da glacier que era possível visualizar completamente o gelo.
Das duas Glaciers achei mais interessante a Fox Glacier, a vista era muito bonita, dava para chegar mais perto e tinha menos turistas.
Depois de visitar Fox Glacier fomos para Haast, no caminho ainda fomos para uma praia onde era possível ver Pinguins Azuis, mas infelizmente não vimos nenhum, nem mesmo focas.
Em Haast ficamos em um backpacker, não tem nada para fazer lá e onde for está cheio de sandflyes, no outro dia seguimos para Wanaka, mas vou deixar para o próximo post a partir daí.
No mapa estão os pontos em que passamos, num total de 518km:
A - Woofer em Greymouth
B - Franz Josef Glacier
C - Fox Glacier
D - Lake Wanaka
E - Woofer em Cromwell
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Saímos de Greymouth de manhã cedo e fomos direto para Franz Josef Glacier, pra que não sabe, Glacier é uma enorme massa de neve antiga comprimida em gelo que se move descendo a montanha 100.000 vezes mais devagar que um rio. A Glacier pode estar avançando ou retrocedendo, pra ter uma idéia, em Franz josef Glacier se ela está avançando hoje, significa que a 5 anos atrás caiu muita neve nas montanhas, e se está retrocedendo significa que caiu menos, a Glacier em Franz Josef pode retroceder ou avançar em torno de 1 metro por dia.
Chegando lá fizemos uma caminhada até o ponto mais próximo possível da Glacier (200m), para chegar mais perto e até caminhar sobre a Glacier é necessário ser um profissional ou pagar um guia pra ir até lá. Anos atrás todo o percurso onde fizemos esta caminhada de 2km pra chegar até próximo da glacier era onde estava a Glacier.
Depois de visitar esse lugar fizemos outra caminhada até um túnel onde encontravam ouro antigamente e em seguida ficamos em um backpacker.
No outro dia acordamos cedo para ir até o Lake Matheson e ver os montanhas refletidas no lago, mas estava totalmente nublado e não deu para ver nada, então seguimos para Fox Glacier, que é a mesma coisa que em Franz Josef, onde também fizemos uma caminhada até o ponto mais próximo da Glacier (80m)
Em seguida fizemos outra caminhada até o Chalet Lookout, onde se tinha uma vista incrivel da glacier que era possível visualizar completamente o gelo.
Das duas Glaciers achei mais interessante a Fox Glacier, a vista era muito bonita, dava para chegar mais perto e tinha menos turistas.
Depois de visitar Fox Glacier fomos para Haast, no caminho ainda fomos para uma praia onde era possível ver Pinguins Azuis, mas infelizmente não vimos nenhum, nem mesmo focas.
Em Haast ficamos em um backpacker, não tem nada para fazer lá e onde for está cheio de sandflyes, no outro dia seguimos para Wanaka, mas vou deixar para o próximo post a partir daí.
sábado, 27 de novembro de 2010
Working Holidaymaker Extension Permit
Há um tempo atrás a Marina perguntou aqui no blog sobre como fazer para estender o Working Holiday Visa pois ela tinha visto em algum lugar que era possível.
Esse permit se chama "Working Holidaymaker Extension Permit", e só é aplicável a quem trabalhou no mínimo 3 meses em fazendas (horticultura ou viticultura) na Nova Zelândia durante o período que tinha o Working Holiday Visa.
Aplicando para este visto e sendo aprovado te dá o direito de mais 3 meses de Work Permit.
Para aplicar para este visto, não é possível aplicar online. Então mãos a obra:
1º - Imprimir e prencher o formulário 1153, disponível no site da imigração.
2º - Pagar a taxa (no próprio formulário) que atualmente o valor é NZ$ 122,67, mas pode mudar, melhor consultar neste link.
3º - Anexar comprovantes que trabalhou nas fazendas, como carta das empresas e demonstrações do IRD.
4º - Anexar comprovantes que tem uma passagem de volta ou dinheiro pra comprar uma.
5º - Enviar todos os documentos para um escritório da imigração, clicar na área que pretende enviar em branches neste link.
Não é necessário fazer nenhum exame médico ou raio-x do tórax, a não ser que a imigração peça.
Esse permit se chama "Working Holidaymaker Extension Permit", e só é aplicável a quem trabalhou no mínimo 3 meses em fazendas (horticultura ou viticultura) na Nova Zelândia durante o período que tinha o Working Holiday Visa.
Aplicando para este visto e sendo aprovado te dá o direito de mais 3 meses de Work Permit.
Para aplicar para este visto, não é possível aplicar online. Então mãos a obra:
1º - Imprimir e prencher o formulário 1153, disponível no site da imigração.
2º - Pagar a taxa (no próprio formulário) que atualmente o valor é NZ$ 122,67, mas pode mudar, melhor consultar neste link.
3º - Anexar comprovantes que trabalhou nas fazendas, como carta das empresas e demonstrações do IRD.
4º - Anexar comprovantes que tem uma passagem de volta ou dinheiro pra comprar uma.
5º - Enviar todos os documentos para um escritório da imigração, clicar na área que pretende enviar em branches neste link.
Não é necessário fazer nenhum exame médico ou raio-x do tórax, a não ser que a imigração peça.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Trabalho chegando em Central Otago
Bom minhas postagens ainda estão meio atrasadas, mas antes de postar os acontecimentos do último mês vou postar uma dica aqui, que é de interesse de muitos.
Ainda não postei isso, mas estava em outro woofer em Cromwell depois de ficar em Greymouth duas semanas, e decidi procurar por trabalho nessa região pois o dinheiro estava acabando, então fui para Alexandra que é a maior cidade da região e lá tem uma empresa chamada Seasonal Solutions que gerencia os trabalhos em fazendas aqui, pode dar uma conferida no site deles, lá tem algumas informações, ou também ná página do facebook, onde sempre postam se precisam de gente.
O que aconteceu, foi que entrei lá com meus dois amigos e em questão de 5 minutos nós três estávamos com emprego garantido.
O trabalho é de Apple Thinning e vai durar 1 mês, foi o que ficou melhor pra nós, mas tem mais opções.
As opções de emprego que tem no momento são:
- Vineyards: serviços diversos pagos por hora, e quando chegar o verão começa picking e recebe pelo que colhe.
- Apple Orchads: agora começa o thinning, é que estou trabalhando, se resume em retirar algumas maças do pé para deixar as outras crescerem, depois do thinning começa o picking se quiser. tudo pago por serviço não por hora.
- Cherries Orchads: ainda não começou, mas em algumas semanas começa o picking, é a melhor das três opções em questão de trabalho x grana.
Como se não bastasse conseguir o emprego que iniciava na semana seguinte, no outro dia nos ligaram perguntando se queriamos trabalhar ainda na mesma semana em outro lugar antes.
E também, como tinha enviado um email no dia anterior perguntando sobre emprego, quando volto pra casa no mesmo dia, vejo que me mandaram um email perguntando se queria trabalhar em vineyards.
Ou seja, precisam de gente
Mas tá aí a dica, quem estiver ou está indo para esta área e precisa de emprego não custa dar uma conferida, pode ligar pra eles também e perguntar se tem algo disponível.
Ainda não postei isso, mas estava em outro woofer em Cromwell depois de ficar em Greymouth duas semanas, e decidi procurar por trabalho nessa região pois o dinheiro estava acabando, então fui para Alexandra que é a maior cidade da região e lá tem uma empresa chamada Seasonal Solutions que gerencia os trabalhos em fazendas aqui, pode dar uma conferida no site deles, lá tem algumas informações, ou também ná página do facebook, onde sempre postam se precisam de gente.
O que aconteceu, foi que entrei lá com meus dois amigos e em questão de 5 minutos nós três estávamos com emprego garantido.
O trabalho é de Apple Thinning e vai durar 1 mês, foi o que ficou melhor pra nós, mas tem mais opções.
As opções de emprego que tem no momento são:
- Vineyards: serviços diversos pagos por hora, e quando chegar o verão começa picking e recebe pelo que colhe.
- Apple Orchads: agora começa o thinning, é que estou trabalhando, se resume em retirar algumas maças do pé para deixar as outras crescerem, depois do thinning começa o picking se quiser. tudo pago por serviço não por hora.
- Cherries Orchads: ainda não começou, mas em algumas semanas começa o picking, é a melhor das três opções em questão de trabalho x grana.
Como se não bastasse conseguir o emprego que iniciava na semana seguinte, no outro dia nos ligaram perguntando se queriamos trabalhar ainda na mesma semana em outro lugar antes.
E também, como tinha enviado um email no dia anterior perguntando sobre emprego, quando volto pra casa no mesmo dia, vejo que me mandaram um email perguntando se queria trabalhar em vineyards.
Ou seja, precisam de gente
Mas tá aí a dica, quem estiver ou está indo para esta área e precisa de emprego não custa dar uma conferida, pode ligar pra eles também e perguntar se tem algo disponível.
domingo, 21 de novembro de 2010
Woofer em Greymouth
Fiquei duas semanas no Woofer em Greymouth, e o trabalho dessas duas semanas se resumiu praticamente em weeding (tirar inços do pátio), plantar algumas plantas, limpar o hangar do Geoffrey que ele está preparando para por um helicóptero e dois dias ajudei Geoffrey a trocar as placas da esteira de uma máquina de escavar.
Eles tinham uma criança de 12 anos que não parava quieto nunca, sempre brincando com umas armas pra lá e pra cá, isso por causa de Geoffrey que tava sempre caçando veados ai o piá ia junto.
O avô do piá e pai do Geoffrey também caçava veados e encontrava ouro na beira da praia antigamente. Inclusive após começarem a caçar os veados vivos, no qual eles saltavam do helicóptero em cima do veado ele teve uma grande idéia e inventou a net gun, que solta uma teia ao redor do veado e ele fica imobilizado e vivo. Futuramente outro cara na Nova Zelândia inventou um tranquilizante em dardos para veados, que ficou mais fácil ainda, tornando desnecessário o uso da net gun.
Eles tinham também um cachorro, que era bem adestrado e sempre obedecia quando mandavamos nele.
Trabalhei em torno de 4 horas por semana, mas valeu muito a pena, pois eles tinham motorbikes e quadbikes que podiamos usar.
Daniel, da Inglaterra, que está viajando comigo e com o Fabian, da Alemanha, decidiu aprender a andar de moto, pois nunca tinha andado de moto antes, na primeira tentativa ele acelerou demais e a moto simplesmente saiu empinando sozinha. kkkkk
Foi ai que o Fabian decidiu pegar a câmera e fazer um vídeo dele. kkkk
Segue abaixo o vídeo, vale a pena assistir com o som ligado.
Também assistimos a corrida de rua em Greymouth, eles até pagaram a entrada pra gente, tinha motocross, karts, e motos de corrida. Eles cercam diversas ruas da cidade fazendo um percurso de 1,3km, muito bacana, gente do país todo vem de moto pra ver a corrida, que se torna um encontro de motos.
Eles tinham uma criança de 12 anos que não parava quieto nunca, sempre brincando com umas armas pra lá e pra cá, isso por causa de Geoffrey que tava sempre caçando veados ai o piá ia junto.
O avô do piá e pai do Geoffrey também caçava veados e encontrava ouro na beira da praia antigamente. Inclusive após começarem a caçar os veados vivos, no qual eles saltavam do helicóptero em cima do veado ele teve uma grande idéia e inventou a net gun, que solta uma teia ao redor do veado e ele fica imobilizado e vivo. Futuramente outro cara na Nova Zelândia inventou um tranquilizante em dardos para veados, que ficou mais fácil ainda, tornando desnecessário o uso da net gun.
Eles tinham também um cachorro, que era bem adestrado e sempre obedecia quando mandavamos nele.
Trabalhei em torno de 4 horas por semana, mas valeu muito a pena, pois eles tinham motorbikes e quadbikes que podiamos usar.
Daniel, da Inglaterra, que está viajando comigo e com o Fabian, da Alemanha, decidiu aprender a andar de moto, pois nunca tinha andado de moto antes, na primeira tentativa ele acelerou demais e a moto simplesmente saiu empinando sozinha. kkkkk
Foi ai que o Fabian decidiu pegar a câmera e fazer um vídeo dele. kkkk
Segue abaixo o vídeo, vale a pena assistir com o som ligado.
Também assistimos a corrida de rua em Greymouth, eles até pagaram a entrada pra gente, tinha motocross, karts, e motos de corrida. Eles cercam diversas ruas da cidade fazendo um percurso de 1,3km, muito bacana, gente do país todo vem de moto pra ver a corrida, que se torna um encontro de motos.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Vídeo sobre a Nova Zelândia
Encontrei esse vídeo na comunidade da Nova Zelândia no orkut, postado pelo Bruno Previatto de forma bem resumida e divertida explica alguns fatos interessantes e curiosidades sobre a Nova Zelândia. Pra quem pretende viajar para a Nova Zelândia pela primeira vez vale a pena dar uma olhada.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Processo do ouro com o Woofer em Greymouth
Começa em um terreno que ele tem para explorar, com uma máquina escavadora ele pega a terra e coloca numa máquina que lava essa terra e separa as minúsculas pedras e pedaços de ouro em um gramado sintético, no fim do dia ele pega esse material do gramado sintético e leva para casa em umas bacias.
O material dessas bacias é lavado novamente numa maquina semelhante mas em escala menor.
Depois de retirar da grama síntética o que vemos é isto, parece areia, mas são minúsculos pedaços de ouro, com alguns pedaços um pouco maiores
Depois de lavar, ele pega esse material e mistura com mercúrio que gruda no ouro, então ele coloca nessa máquina que fica girando, separando o material mais pesado (ouro e mercúrio), dá para ver na foto entre as linhas o ouro indo para o meio dá máquina.
O ouro entra naquele buraco e cai no outro lado dentro de uma bacia.
Agora apenas com ouro e o mercúrio e água, ele filtra num pano, ficando somente o ouro com o mercúrio grudado, que foi o que vimos no primeiro dia no carro de Geoffrey dentro do pote.
Ok. Com esse material ele coloca dentro de um pote de ferro e aqueça até ficar vermelho, e deixa lá por uma hora, o mercúrio sai de um lado e fica somente o ouro dentro.
O que resta é quase ouro puro (cerca de 97% ouro), depois ele derrete e vira barras de ouro, só que não tinha camera nesse momento pra tirar a foto, mas é incrível pegar na mão uma barra de ouro. hehe
É nesses momentos que a viagem vale mais a pena, pois acho que nunca teria uma experiência desses estudando e trabalhando no Brasil.
Outro ponto interessante é a experiência que o HelpX proporciona, pois passa a conhecer realmente como é a vida dos kiwis (neo-zeolandezes), o que as vezes é impossível, pode passar um ano viajando de backpacker em backpacker e nunca viver com um kiwi, somente extrangeiros.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Passeio de Marahau até Greymouth
Fiz tanta coisa nesses últimos tempos que estou postando com um delay de 1 mês já, cerca de um mês atrás eu, Daniel e Fabian partimos do Helpx George em Marahau para meu 2º Helpx em Greymouth.
No mapa abaixo estão os pontos em que passamos, num total de 391km.
A - Saímos de Marahau
B - Nelson Lakes (Lake Rotoiti)
C - Buller Gorge Swingbridge
D - Westport
E - Greymouth
Exibir mapa ampliado
O cenário em Lake Rotoiti é fantástico, as montanhas com neve ao fundo do lago é digno de cartão postal.
Depois de caminhar ao redor do lago, fomos até a maior swingbridge da Nova Zelândia em Buller Gorge, custou $5 para entrar e atravessando a ponte tem outras caminhadas para fazer.
Depois de atravessar a ponte é possível ver vários pontos onde a terra é rachada no meio devido ao terremoto de 1929, dá até para caminhar pelo meio.
Inclusive tem o famoso White Creek Fault, com 4,5 metros de diferença de nível, como dá para ver na imagem antiga, rompendo a estrada ao meio.
A partir dessa região, passando por West Coast até Central otago, existem diversos lugares onde foi explorado o ouro e ainda é explorado, nesse mesmo lugar tem alguns maquinários antigos, mas não vou entrar em detalhes nesse post, pois a experiência que tive no próximo Helpx eu nunca imaginava que ia passar.
Em seguida fomos para Westport e ficamos num backpacker onde conhecemos 3 gurias da Alemanha que nos acompanharam no passeio até Pankake Rocks em Punakaiki. O mais interessante é que essas 3 gurias estavam viajando a Nova Zelândia inteira em apenas 3 semanas, imagina o passeio, o tempo todo praticamente dirigindo, sem contar os dias que chove e não dá para visitar nada. Enfim... em Westport de manhã vimos a Seal Colony e partimos para Punakaiki.
Em Punakaiki só tem uma coisa para fazer, visitar as Panakake Rocks, que é muito curioso, até hoje não se sabe exatamente como as pedras foram formadas em forma de várias panquecas uma em cima da outra.
Em seguida partimos para meu 2º Helpx que vou entrar em detelhes no próximo post.
No mapa abaixo estão os pontos em que passamos, num total de 391km.
A - Saímos de Marahau
B - Nelson Lakes (Lake Rotoiti)
C - Buller Gorge Swingbridge
D - Westport
E - Greymouth
Exibir mapa ampliado
O cenário em Lake Rotoiti é fantástico, as montanhas com neve ao fundo do lago é digno de cartão postal.
Depois de caminhar ao redor do lago, fomos até a maior swingbridge da Nova Zelândia em Buller Gorge, custou $5 para entrar e atravessando a ponte tem outras caminhadas para fazer.
Depois de atravessar a ponte é possível ver vários pontos onde a terra é rachada no meio devido ao terremoto de 1929, dá até para caminhar pelo meio.
Inclusive tem o famoso White Creek Fault, com 4,5 metros de diferença de nível, como dá para ver na imagem antiga, rompendo a estrada ao meio.
A partir dessa região, passando por West Coast até Central otago, existem diversos lugares onde foi explorado o ouro e ainda é explorado, nesse mesmo lugar tem alguns maquinários antigos, mas não vou entrar em detalhes nesse post, pois a experiência que tive no próximo Helpx eu nunca imaginava que ia passar.
Em seguida fomos para Westport e ficamos num backpacker onde conhecemos 3 gurias da Alemanha que nos acompanharam no passeio até Pankake Rocks em Punakaiki. O mais interessante é que essas 3 gurias estavam viajando a Nova Zelândia inteira em apenas 3 semanas, imagina o passeio, o tempo todo praticamente dirigindo, sem contar os dias que chove e não dá para visitar nada. Enfim... em Westport de manhã vimos a Seal Colony e partimos para Punakaiki.
Em Punakaiki só tem uma coisa para fazer, visitar as Panakake Rocks, que é muito curioso, até hoje não se sabe exatamente como as pedras foram formadas em forma de várias panquecas uma em cima da outra.
Em seguida partimos para meu 2º Helpx que vou entrar em detelhes no próximo post.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Nova Zelândia em 3º lugar no IDH
Novos dados divulgados pelo PNUD este mês coloca a Nova Zelândia em 3º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, ano passado estava em 20º lugar. Acredito que esta grande diferença de um ano para o outro, foi devido ao cálculo que foi alterado este ano.
Os critérios de avaliação utilizados foram:
Os critérios de avaliação utilizados foram:
- Uma vida longa e saudável: Expectativa de vida ao nascer (80,6 anos)
- O acesso ao conhecimento: Anos Médios de Estudo (12,5 anos) e Anos Esperados de Escolaridade (19,7 anos)
- Um padrão de vida decente: PIB per capita (U$ 25.438,00)
- Uma vida longa e saudável: Expectativa de vida ao nascer (72,9 anos)
- O acesso ao conhecimento: Anos Médios de Estudo (7,2 anos) e Anos Esperados de Escolaridade (13,8 anos)
- Um padrão de vida decente: PIB per capita (U$ 10.607,00)
sábado, 6 de novembro de 2010
Passeio por Kaiteriteri Beach e Split Apple Rock
Outro passeio que fizemos foi ir até Kaiteriteri Beach, lá também existem kayaks para alugar e water taxis até Abel Tasman Park.
Alí tem uma pequena caminhada para fazer e tem umas rochas por toda a costa, decidimos atrávessar pelas rochas e chegar até numa ilha.
Quando atravessamos haviam umas pedras que dava para ir pulando até chagar no outro lado, como dá para ver nessas fotos.
Como tinha comentado no post da caminhada pela Abel Tasman Coastal Track a profundidade do mar na costa muda muito entre a low-tida e a high-tide e foi isso o que aconteceu.
Eu e Daniel atravessamos a tempo, mas Peter ficou lá tirando fotos na ilha, e demorou uns 5 minutos a mais, que foi suficiente para que todas as pedras que usamos para atravessar simplesmente sumissem.
Peter ficou uns 20 minutos esperando pra ver se a maré mudava, mas nada aconteceu, a nossa barriga tava doendo de tanto rir, até uns turistas estavam em volta tirando sarro do Peter e ele ficava lá reclamando, fizemos até um vídeo, mas não vou postar aqui pois ele não deixou. No fim ele teve que se molhar para atravessar, a água foi até a cintura, acho que se ele esperasse mais uns 20 minutos só nadando para atravessar.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Passeio por Harwood's Hole e Canaan area
Enquanto estávamos de folga no George nós passeamos por diversos lugares perto de Marahau, que foi quase todos os dias pois em 3 semanas só choveu 3 dias.
O Harwood's Hole é o maior buraco do hemisfério sul, com 400m de profundidade e 70m de largura. Eu não consegui ver o fundo do buraco de tão fundo que é, nessa foto da para ver o ponto em que chegamos, mas quando olhavamos para baixo só viamos o escuro.
Alí perto do buraco, na mesma trilha tinha outro lookout que tinha uma vista incrível.
Na estrada entre Motueka e Takaka tem outro lookout que dá para ver toda a costa.
Alí perto do buraco, a área é chamada de Canaan e foi usada para a filmagem da Chetwood Forest no filme Senhor dos Anéis.
O Harwood's Hole é o maior buraco do hemisfério sul, com 400m de profundidade e 70m de largura. Eu não consegui ver o fundo do buraco de tão fundo que é, nessa foto da para ver o ponto em que chegamos, mas quando olhavamos para baixo só viamos o escuro.
Alí perto do buraco, na mesma trilha tinha outro lookout que tinha uma vista incrível.
Na estrada entre Motueka e Takaka tem outro lookout que dá para ver toda a costa.
Alí perto do buraco, a área é chamada de Canaan e foi usada para a filmagem da Chetwood Forest no filme Senhor dos Anéis.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Kayaking em Abel Tasman Park
Se tem uma coisa que vale a pena fazer e é inesquecível é passear de kayak no Abel Tasman Park.
Custa $60 o aluguel por pessoa por um dia no Kahu Kayaks em Marahau, é necessário duas pessoas, pois os kayaks são para duas pessoas. Mas nós conseguimos um desconto pois George, o nosso Woofer tem um convênio com o Kahu Kayaks.
Saímos de Marahau e fomos até a Apple Split Rock.
Em seguida fomos até a Adele Island, onde vímos algumas focas, as vezes é possível ver pinguins azuis lá, mas não vimos nenhum.
Custa $60 o aluguel por pessoa por um dia no Kahu Kayaks em Marahau, é necessário duas pessoas, pois os kayaks são para duas pessoas. Mas nós conseguimos um desconto pois George, o nosso Woofer tem um convênio com o Kahu Kayaks.
Saímos de Marahau e fomos até a Apple Split Rock.
Em seguida fomos até a Adele Island, onde vímos algumas focas, as vezes é possível ver pinguins azuis lá, mas não vimos nenhum.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Abel Tasman Coast Track - 3º e 4º Dia
Em Anapoi Bay almoçamos e tinha um caminho que ia direto até o hut em Whariwharangi, mas optamos por ir até o Separation Point pois tinhamos bastante tempo, que foi uma boa opção pois foi umas das melhores vistas de todo a trilha.
No quarto dia caminhamos somente 1 hora e meia até Wainui Bay e George nos buscou de carro no final do percurso.
domingo, 10 de outubro de 2010
Abel Tasman Coast Track - 2º dia
Após o 1º dia, acordamos em torno das 5 horas da manhã com umas crianças fazendo barulho no hut, durante a noite os país deles simplesmente acamparam fora do hut e deixaram as crianças com a gente dentro do hut...
Bom que no 2º dia seriam poucas horas de caminhada, bem menos que no dia anterior (em verde no mapa).
Uma coisa importante que tem cuidar quando faz esta caminhada é que existe dois pontos que só é possível atravessar durante a low-tide (no mapa acima aparece os dois pontos). É impossível atravessar fora destes horários, a não ser que vá nadando, o que é meio complicado com uma mochila de mais de 10kg nas costas e a água em torno de 0ºC.
Para conferir o horário da low-tide e high-tide por aqui tem em jornais e propagandas por ai, mas pode conferir neste site.
Chegamos em Onetahuti Beach muito cedo então fizemos um lanche, nadamos no mar (menos de 1 minuto, pois estava congelante a água) e duas horas depois podemos atravessar o rio.
O lugar era o paraíso, não tinha ninguém na praia, somente nós...
Esse era o ponto que atravessamos na low tide (foto tirada quando atravessamos), fora deste horário fica impossível atravessar.
Para chegar no Awaroa Hut existiam duas trilhas, uma mais longa que a outra, optamos pela mais longa, pois tinhamos mais tempo, pela mais curta, poderia ir até o Lodge e tomar umas cevas por $10, tem restaurante e outras coisas, um camarada que encontramos no caminho gastou $200 em 4 refeições.
Bom que no 2º dia seriam poucas horas de caminhada, bem menos que no dia anterior (em verde no mapa).
Uma coisa importante que tem cuidar quando faz esta caminhada é que existe dois pontos que só é possível atravessar durante a low-tide (no mapa acima aparece os dois pontos). É impossível atravessar fora destes horários, a não ser que vá nadando, o que é meio complicado com uma mochila de mais de 10kg nas costas e a água em torno de 0ºC.
Para conferir o horário da low-tide e high-tide por aqui tem em jornais e propagandas por ai, mas pode conferir neste site.
Chegamos em Onetahuti Beach muito cedo então fizemos um lanche, nadamos no mar (menos de 1 minuto, pois estava congelante a água) e duas horas depois podemos atravessar o rio.
O lugar era o paraíso, não tinha ninguém na praia, somente nós...
Esse era o ponto que atravessamos na low tide (foto tirada quando atravessamos), fora deste horário fica impossível atravessar.
Para chegar no Awaroa Hut existiam duas trilhas, uma mais longa que a outra, optamos pela mais longa, pois tinhamos mais tempo, pela mais curta, poderia ir até o Lodge e tomar umas cevas por $10, tem restaurante e outras coisas, um camarada que encontramos no caminho gastou $200 em 4 refeições.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Abel Tasman Coast Track - 1º dia
O interessante é que existem diversos pontos nesta trilha que a maré muda muito a profundidade, mudando completamente o cenário, tem vezes que chega a ter diferença de 6 metros entre a low-tide e high-tide.
Estas são algumas fotos que tirei no primeiro dia:
Toda a trilha é bem sinalizada e tem placas em alguns pontos que indicam a distância e o tempo até os próximos pontos, mas quando estávamos chegando no hut vimos esta placa, foi um tanto engraçado pois estávamos muito cansados.
O hut era na beira do mar, com uma paisagem incrível, não tinha luz, mas tinha lareira e o chuveiro era gelado.
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