Em 2012 teremos novamente 300 vagas para os brasileiros que desejarem viajar e trabalhar pela NZ usando o working holiday visa.
Estes são os requisitos para poder fazer parte do processo:
- Ser um cidadão do Brasil e ter um passaporte do Brasil que é válido por pelo menos três meses depois de sua partida prevista para a Nova Zelândia.
- Ter no mínimo 18 e máximo de 30 anos.
- Não levar crianças.
- Ter a passagem de volta ou dinheiro para compra-la.
- Levar NZ$ 4.200 para cobrir seus custos de vida.
- Satisfazer os requisitos de saúde e de carácter
- Seguro de saúde conforme o tempo que for ficar na NZ.
- Ir para à Nova Zelândia para férias e o trabalho como segunda intenção.
- Não ter um visto aprovado antes.
Diferente dos outros anos, neste a inscrição será dia 3 de Setembro, às 10h da manhã (dia 2 de Setembro, 19 horário de Brasília). É bom ficar de olho pois ano passado as vagas acabaram em poucas horas.
Estes são os passos necessários para o cadastro:
1º - Se cadastrar no site da imigração e fazer o passaporte para ter em mãos dia 3 de setembro.
2º - A partir da hora que consta no site, se inscrever no WHS (já precisa ter passaporte). Depois de prencher todos os dados, é necessário pagar uma taxa de NZ$165,00 para completar o visto.
3º - Como o Brasil é um dos países que não fazem parte dos países com baixo índice de tuberculose é necessário fazer um raio-x do tórax em um médico credenciado pelo governo. Existem atualmente 35 médicos no Brasil que são credenciados conforme este site. Depois de fazer o exame, mandar para lá.
4º - Em algumas semanas, se tudo estiver certo receberá um email com o eVisa. A partir deste momento tem 1 ano para entrar na Nova Zelândia, chegando lah tem 1 ano de Permit.
Obs 1: É possível deixar o exame pronto antes e só mandar quando se inscrever, mas não é necessário, pois quando se inscrever não tem como roubarem tua vaga e também pode acontecer de tu demorar pra se inscrever e acabarem as vagas, dai o exame não serve pra nada.
Obs 2: Na hora de se inscrever no site não precisa comprovar nada dos requisitos, somente na hora que chega lá.
Obs 3: As perguntas, são as mesmas que são feitas se for se inscrever manualmente, então já dá para ter uma ideia das perguntas com antecedência, é só verificar neste link.
Boa sorte a todos!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Supermercados na Nova Zelândia
Como falei sobre como fazia com a comida na NZ no último post, me lembrei de fornecer alguns detalhes sobre os supermercados por lá.
As 3 maiores redes de supermercados que existiam por toda NZ eram estas:
PAK'nSAVE - http://www.paknsave.co.nz/
Countdown - http://www.countdown.co.nz/
New World - http://www.newworld.co.nz/
Normalmente PAK'nSAVE e Countdown eram mais baratos e o New World um pouco mais caro.
No meu carro, quando enchia o tanque estes 4 cents por litro davam um desconto de NZ$2, era pouco, mas ajudava.
Me lembro que existiam descontos de 20 cents por litro, mas era necessário gastar bastante no supermercado, algo em torno de NZ$200 para ter este cupom, neste caso daria bastante, NZ$10 para encher o tanque.
PAKn'SAVE oferecia desconto nos postos PAKn'SAVE e BP.
Countdown oferecia desconto nos postos Shell.
New World oferecia desconto nos postos BP.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Comer na Nova Zelândia
Um dos leitores do blog perguntou como que eu fazia com a comida pois passava um bom tempo viajando, então decidi fazer um post somente sobre isso para que todos fiquem sabendo.
Como o modo de se alimentar na Nova Zelândia é diferente do Brasil, tive que me adaptar.
De manhã normalmente se come um cereal, frutas, sanduíches e coisas do tipo. Meio dia se come muito pouco, normalmente só um lanche e de noite é sempre uma refeição bem completa.
Durante meu período na Nova Zelândia sempre estava em uma destas situações:
Fazendo woofing, trabalhando ou viajando.
Quando estava fazendo woofing a comida era de graça e a janta normalmente não precisava ajudar a preparar, só de vez em quando. O café da manhã e o lanche do meio-dia eu mesmo que preparava mas era tudo fornecido por eles.
Quando estava trabalhando nas fazendas o que eu fazia era me alimentar muito bem de manhã cedo, lá eles tem uns cereais muito bons, bem diferente dos que se encontra aqui. Aí já preparava algum lanche para levar junto para o meio-dia e também levava junto barrinhas de cereal e frutas para outros lanches menores durante o dia e como trabalhava colhendo frutas, também comia bastante frutas direto do pé.
Aí quando chegava no backpacker de tarde, passava no mercado, comprava algo que precisava e fazia a própria janta. De vez em quando combinávamos entre nós do backpacker de uma pessoa preparar para todos em um certo dia, normalmente uma comida típica do local de onde veio, é bem legal fazer isso.
E quando estava viajando era praticamente a mesma coisa que quando estava trabalhando, a diferença era que tinha que sempre carregar toda comida de um lugar para o outro, como estava de carro, comprei uma dessas sacolas térmicas que se consegue nos mercados mesmo para preservar a comida e procurava não deixar sobrar nada, sempre calculado certinho para o tempo que iria ficar no local. Lanches comia fora mesmo, era mais caro, mas como estava viajando não queria passar muito trabalho... hehe
Uma dica de quando se está viajando é comprar coisas congeladas, pizzas, pies, etc para comer de noite.
Era difícil eu comer em um restaurante de noite, tinha alguns restaurantes chineses e mexicanos que gostava de ir por ter uma comida diferente, mas o resto não ia pois eram muito caros mesmo.
Comia de vez em quando em fast foods, como Burger King, McDonalds e Subway, tinha em tudo quanto é lugar e não era tão caro.
Tinham outros fast foods locais que também gostava de comer, como o famoso Fish n' Chips e os Kebabs turcos.
Uma coisa que eu gostava de comprar nos mercados eram sorvetes, custava NZ$5 por um pote de 2 litros e também batatas tipo Ruffles custava NZ$1 o pacote de 150g.
No geral gastava com comida uns NZ$80 - 120 por semana enquanto estava trabalhando e uns NZ$150 - 200 por semana enquanto estava viajando.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Australianos tentam contabilizar medalhas Kiwis para eles.
Todos já sabem a rivalidade entre Nova Zelândia e Austrália, mas olha só como o jornal Sydney's Daily Telegraph está contando as medalhas olímpicas este ano, já que a Austrália está atrás da Nova Zelândia no quadro de medalhas.
É o novo país: "AUS ZEALAND" hehe
É o novo país: "AUS ZEALAND" hehe
Quadro de medalhas do dia 06/08/2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Stewart Island (Rakiura) e Invercargill
No dia seguinte descobri mais algumas trilhas para se fazer e caminhei 24km, saí de Halfmoon Bay até Port William Hut e voltei, esse trajeto faz parte da Rakiura track, que é 37km. E também para os mais experientes, faz parte da North West Circuit Track de 125km e que leva mais de 9 a 11 dias para se concluir. Vi umas pessoas retornando dessa caminhada de 125km, eles quase não conseguiam falar... ahueahueah
É complicado, pois é necessário carregar comida para todos esses dias, o que dificulta bastante também é o clima que muda o tempo todo e chove com frequência.
Tem um lugar nessa trilha maior que se chama Mason Bay, lá é praticamente o único lugar do planeta em que é possível encontrar o pássaro kiwi (simbolo da nz) na vida selvagem facilmente. É só ficar de olho até duas horas depois do nascer do sol e a partir de duas horas antes do pôr do sol, pois são nestes horários que eles saem do meio do mato para procurar comida...
Estima-se que existam 20.000 kiwis em Stewart Island, que é muito.
Entre Halfmoon Bay e Port William Hut
Lembrando mais uma vez, se for acampar ou ficar em um dos huts é necessário pagar uma taxa para o Departamento de Conservação da Nova Zelândia nos i-sites ou no próprio site do DOC.
Quando retornei até o backpacker conversei um pouco com o cara que cuidava do backpacker, o Axel, do México e descobri que na verdade ele estava fazendo Woofing também, pois ali também era possível fazer isso, ele estava ali desde dezembro e ganhava uma grana extra com passeios de kayak.
E aí descobri que ele também conhecia o Daniel, que viajei junto por uns 3 meses e fez Woofing num restaurante em Stewart Island enquanto eu colhia cerejas e damascos em Roxburgh, que por sinal foi ele que me recomendou visitar Stewart Island. Depois de contar sobre o trabalho em fazendas e que estava indo trabalhar com kiwis em Tauranga, ele ficou interessado em fazer isso também e mantivemos o contato, pois no inverno o backpacker e outros negócios da ilha fecham e só voltam no verão novamente.
No fim do dia, fomos até o bar novamente, bebemos muito e saímos de lá era umas 4:00, dormi até às 7:00 e 7:30 peguei o ferry de volta para Bluff, só que o pior de tudo é que estava chovendo e tinha muito vento. O barco tava sacudindo muito e passei muito mal, aliás... metade do barco passou mal, era uma galera vomitando... eahuehaeueauh
Cheguei em Bluff e meu carro estava lá, estacionado do mesmo jeito que deixei três dias atrás, aí peguei e fui direto para Invercargill.
Tem um filme que se chama "The World Fastest Indian" (Desafiando os Limites). É um filme muito legal, que conta a história de Burt Munro, um Neozelandês na tentativa de quebrar o recorde mundia de velocidade. A Indian utilizada na quebra do recorde mundial tinha a velocidade máxima de 89km/h originalmente e após suas modificações ela atingiu até 320km/h. Ela está exposta na loja de ferragens E Hayes e Sons em Invercargill, o lugar é praticamente um museu, contem diversas invenções de neozelandeses e também diversas outras motocicletas.
Munro Special, moto utilizada na quebra do recorde mundial.
Depois de visitar a loja de ferragens, fui para Catlins, um lugar bem bacana... Escreverei nos próximos posts sobre o lugar, fiquem de olho. ;)
domingo, 5 de agosto de 2012
Stewart Island (Rakiura)
Depois de todas as confusões para chegar em Bluff, peguei o ferry e em uma hora estava lá.
Chegando no principal vilarejo de Stewart Island, em Oban, fui logo procurar o Bunkers Backpackers, o que não foi muito difícil, pois são poucas ruas por lá.
Logo depois saí pela cidade e fiz uma pequena caminhada até o farol da ilha. (3km)
Um pouco antes de se chegar no farol, tem uma casa muito legal para visitação que conta um pouco da história de colonização da ilha.
Casa de pedra de Lewis Acker
Essa é uma das mais antigas casas de pedra construídas na NZ, Lewis Acker, era um pescador de baleias americano, chegou a ilha em 1836 e construiu a casa totalmente sozinho, foi o primeiro morador da ilha onde se casou com uma Maori, com quem teve 9 filhos, lá eles viviam da construção de barcos e da pesca. Em 1864 a coroa britânica comprou a ilha inteira por £6000 e Lewis e sua família foram obrigados a sair da ilha.
Harrold Bay, vista em frente a casa de pedra.
Depois de visitar o farol, retornei até o backpacker e agendei um water taxi para visitar Ulva Island no dia seguinte, NZ$25.
No dia seguinte visitei a ilha por umas 4 horas, é bem legal lá, eles conseguiram retirar todos os animais predadores, ficando somente os pássaros. Assim como era a Nova Zelândia inteira antes dos Europeus chegarem. É o tempo inteiro pássaros cantando e são diversas espécies, quando chega na ilha dá para pegar um panfleto com todos os pássaros para a identificação, é um bom passa-tempo.
Nessas 4 horas deu tempo de fazer todas as trilhas e identificar diversos pássaros, uma pena que não vi nenhum kiwi (simbolo da nz), só encontrei esse "kiwi falso", o Weka.
Weka
Depois, retornei para Oban de barco e voltei ao backpacker, conheci o pessoal que estava hospedado lá e assistimos um filme. O nome do filme era "The Beach", assistimos porque uma guria encheu o saco para ver uma praia que ela visitou na Tailândia (em junho acabei visitando também), aí tinha uma parte desse filme que um tubarão atacava uma pessoa e uma guria inglesa se apavorou e foi correndo para o quarto dormir. Até aí tranquilo... EAHUEHUAE
Depois do filme, fomos até o único pub existente na ilha, que fica no andar de baixo do South Sea Hotel, conhecemos praticamente todos habitantes da ilha lá. hehe
Aí na volta pro backpacker para minha surpresa, quando to abrindo a porta do quarto, aquela guria que se assustou com o tubarão, se apavora novamente e começa a gritar que nem uma louca... HEAUHEAUEA
Foi muito engraçado, acordou todos do quarto e demorou uns 5 minutos até ela se acalmar...
A continuação sobre a ilha sai amanhã no Blog... (link aqui)
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Baita azar no início da viagem para Stewart Island
Como se não bastasse conhecer as duas Ilhas da Nova Zelândia, queria conhecer também Stewart Island, ou Rakiura (em maori). Ela é a 3ª maior Ilha da Nova Zelândia, fica abaixo da Ilha Sul e possui em torno de 400 habitantes.
Com alguns dias de antecedência agendei o ferry pela internet, o valor é de NZ$71 cada trajeto, então para ir e voltar saiu por NZ$142.
O backpacker também agendei com antecedência, fiquei no Bunkers por 3 dias. NZ$28 por dia.
É bom agendar tudo antes, pois tem poucos lugares para ficar por lá...
Aí como tinha que estar em Bluff para pegar o ferry as 10:30, acordei às 6:00 para sair de Roxburgh e evitar qualquer imprevisto no meio do caminho.
Pra minha surpresa, na hora que acordo os donos do backpacker, que eram um casal que devia ter uns 60 anos, acordam também só para me dar tchau, eles eram muito legais, pareciam meus avós. hehe
E aí me deram um aviso, "cuida com a estrada que está chovendo muito..."
A partir daí começaram os problemas. eahaeuheau
Primeiro, teve dois lugares que o arroio saiu por cima da estrada, um deles tirei uma foto:
O último quase que não consegui passar, a água chegou a pegar no motor do carro e começar a engasgar, deu pra sentir o carro indo junto com a correnteza, coloquei na reduzida e com sorte consegui sair de lá...
Aí depois desses arroios malucos, quando chego em Gore, não sei porque, mas ao passar por uma rotatória, ao invés de olhar pro lado direito se não vinha carro, olhei para o lado esquerdo e fui... Fui num carro desses Nissan japoneses, novinho, cor dourada. :(
- Até hoje não contei para meu pai isto, mas ele deve estar lendo agora... eahueahe
Aí parei o carro, olhei para ele, inteirinho, não deu nada... Olhei para o carro da mulher a porta toda amassada... Falei com ela, estava bem tranquila, pedi desculpa mil vezes e disse que iria pagar o conserto, afinal só tinha amassado a porta, não devia sair tão caro. Expliquei que estava indo pra Stewart Island e tinha que chegar a tempo do ferry sair, então fomos num mecânico juntos para avaliar o dano.
Ai o mecânico ficou anotando um monte de coisas, calculou um monte e eu pensando que devia sair uns NZ$500, que nada, o mecânico me crava a faca: NZ$2700...
Aí eu disse pra mulher: Más tá loco, essa grana toda não tenho agora, vou ter que te pagar outra hora.
Já estava pronto para trabalhar mais uns meses só pra pagar este conserto... Mas aí, para minha surpresa a mulher pega o celular, liga pra seguradora que ela tinha e diz que foi ela que bateu o carro.
Resumindo, uns 20 minutos depois paguei a taxa de NZ$300 para ela por ter acionado o seguro e me mandei para Bluff, chegando lá deixei o carro estacionado na rua mesmo pois não iria pagar estacionamento depois deste gasto todo no acidente. hehe
Por fim peguei o ferry a tempo e fui para Stewart Island. Fiquem de olho no próximo post que falarei sobre esta ilha...
Com alguns dias de antecedência agendei o ferry pela internet, o valor é de NZ$71 cada trajeto, então para ir e voltar saiu por NZ$142.
O backpacker também agendei com antecedência, fiquei no Bunkers por 3 dias. NZ$28 por dia.
É bom agendar tudo antes, pois tem poucos lugares para ficar por lá...
Aí como tinha que estar em Bluff para pegar o ferry as 10:30, acordei às 6:00 para sair de Roxburgh e evitar qualquer imprevisto no meio do caminho.
Pra minha surpresa, na hora que acordo os donos do backpacker, que eram um casal que devia ter uns 60 anos, acordam também só para me dar tchau, eles eram muito legais, pareciam meus avós. hehe
E aí me deram um aviso, "cuida com a estrada que está chovendo muito..."
A partir daí começaram os problemas. eahaeuheau
Primeiro, teve dois lugares que o arroio saiu por cima da estrada, um deles tirei uma foto:
O último quase que não consegui passar, a água chegou a pegar no motor do carro e começar a engasgar, deu pra sentir o carro indo junto com a correnteza, coloquei na reduzida e com sorte consegui sair de lá...
Aí depois desses arroios malucos, quando chego em Gore, não sei porque, mas ao passar por uma rotatória, ao invés de olhar pro lado direito se não vinha carro, olhei para o lado esquerdo e fui... Fui num carro desses Nissan japoneses, novinho, cor dourada. :(
- Até hoje não contei para meu pai isto, mas ele deve estar lendo agora... eahueahe
Aí parei o carro, olhei para ele, inteirinho, não deu nada... Olhei para o carro da mulher a porta toda amassada... Falei com ela, estava bem tranquila, pedi desculpa mil vezes e disse que iria pagar o conserto, afinal só tinha amassado a porta, não devia sair tão caro. Expliquei que estava indo pra Stewart Island e tinha que chegar a tempo do ferry sair, então fomos num mecânico juntos para avaliar o dano.
Ai o mecânico ficou anotando um monte de coisas, calculou um monte e eu pensando que devia sair uns NZ$500, que nada, o mecânico me crava a faca: NZ$2700...
Aí eu disse pra mulher: Más tá loco, essa grana toda não tenho agora, vou ter que te pagar outra hora.
Já estava pronto para trabalhar mais uns meses só pra pagar este conserto... Mas aí, para minha surpresa a mulher pega o celular, liga pra seguradora que ela tinha e diz que foi ela que bateu o carro.
Resumindo, uns 20 minutos depois paguei a taxa de NZ$300 para ela por ter acionado o seguro e me mandei para Bluff, chegando lá deixei o carro estacionado na rua mesmo pois não iria pagar estacionamento depois deste gasto todo no acidente. hehe
Famosa placa em Bluff
Por fim peguei o ferry a tempo e fui para Stewart Island. Fiquem de olho no próximo post que falarei sobre esta ilha...
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